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domingo, 21 de maio de 2017

Mapas conceituais.

Mapas conceituais.

Mapas conceituais agem como instrumentos educacionais, ou seja, são um suporte facilitador na organização da pesquisa, este por sua vez, auxilia na elaboração de estatísticas, separa os conceitos, quantifica. Neste caso é uma ferramenta necessária para o bom andamento do projeto.
Neste projeto de aprendizagem que estamos desenvolvendo com nossas turmas, montamos alguns mapas conceituais para apresentar como está o andamento de cada turma com o desenvolvimento dos projetos.
Mapa conceitual da turma 51 Prof Elielda Martins.
Referências: http://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/mapas.htm


Meta dois Dúvida se Certezas.

Meta dois.
Dúvidas e certezas.

Estamos concluindo mais uma parte do projeto de aprendizagem, e nesta, enquanto componente e colaboradora desse blog acredito ser a etapa que vai aguçar a imaginação e a aprendizagem do aluno.
Por se tratar essa etapa de formular as dúvidas temporárias e as certezas provisórias do aluno, eles entram num mundo cheio de descobertas e construções.
Essa atividade proporciona uma aprendizagem globalizada podendo ir e vir entre as diversas disciplinas, pois projetos de aprendizagem permitem ao aluno aprender fazendo por meio das questões de investigação que as turmas levantaram, com isso são impulsionados a contextualizar conceitos já conhecidos e descobrir outros durante o desenvolvimento. Para isso faz-se necessário muito trabalho em grupo, determinação e foco e nesse contexto a mediação do professor acontece de maneira gradual sem interferências e sim conjunta.
Eu professora Elielda trabalho com um quinto ano, nossa pergunta de investigação foi " como é a região", cada grupo ficou com uma determinada região brasileira e dentro do tema foram elencando as suas certezas:
# sabiam que o Brasil divide- se em cinco regiões;
# região sul possui três estados;
# se dividiu as regiões de acordo com as semelhanças nas características;
# e algumas outras.
Mas também elencaram as dúvidas temporárias:
# que características são essas que gerou as divisões?
# que estados compões a região...
# qual a população da região...
# entre outras.
Para atender a essas questões os alunos começaram uma pesquisa na biblioteca da escola, como não foi suficiente procuraram auxilio com uma professora de geografia da escola que lhes auxiliou tirando algumas de suas dúvidas e também a professora de informática atuou em uma entrevista realizada por alguns grupos.. Quanto a essa prática, Almeida (2002) relata que o " ...projeto rompe com as fronteiras disciplinares, tornando-as permeáveis na ação de articular diferentes áreas do conhecimento mobilizadas na investigação de problemáticas e situações da realidade."
Essa foi um pouco da experiência com o projeto de aprendizagem com uma turma de quinto ano, minhas colegas de grupo também tem muito a contribuir com seus relatos.

Referências: http://www.eadconsultoria.com.br/matapoio/biblioteca/textos_pdf/texto18.pdf

domingo, 23 de abril de 2017

Desenvolvimento.

Postagem II

Desenvolvimento.

Tendo em vista a proposta da interdisciplina em desenvolver um projeto de aprendizagem, busquei reflexões na leitura de Fernando- Hernandes- Transgressão e mudanças na educação, disponibilizado no moodle, o referido texto apresenta inúmeras questões de que é necessário oportunizar aos alunos momento em que eles enquanto indivíduos dotados de potencialidades possam pensar por si mesmos, nem que para isso o educador tenha que transgredir, muitas vezes, algumas normas tidas como convencionais.
Fui buscar essas reflexões para ter certeza de que um projeto de aprendizagem é uma metodologia que vai ao encontro de atender a essa necessidade de formar seres pensantes, reflexivos. Temos que ter ciência deste contexto, a sociedade grita por transformação e é dentro da nossa sala de aula que será possível que tal fato comece a acontecer.
Para o desenvolvimento dessa atividade, irei trabalhar com minha turma de quinto ano, são alunos entre nove e treze anos, matriculados na rede pública de ensino municipal de Cidreira, na escola Marcílio Dias. 
Essa turma é bem grande, possui trinta e três alunos matriculados sendo trinta frequentes, é uma turma bem questionadora e reflexiva, por que será? Talvez pelo fato de ser o quarto ano seguido com a mesma professora, no caso eu. Porém este ano temos um agravante que tem sido bem difícil de lidar, um aluno com muitas dificuldades, mas não só de aprendizagem, como também de relação, socialização, comportamento, conduta... Confesso que foi um grande desafio desenvolver uma atividade desta amplitude com este aluno, mas não foi impossível, posso afirmar que foi desgastante.
Para dar sequencia no projeto foi bem complicado, como relatei em outra postagem, o tempo neste trimestre não tem facilitado o desenvolvimento do projeto, então para poder dar continuidade na proposta, interferi um pouco na metodologia e encaixei o projeto de aprendizagem dentro de um projeto de ensino, assim facilitaria o cronograma que tenho que cumprir na escola e também conseguiria aplicar o projeto de aprendizagem com a turma, pois devido aos obstáculos enfrentados o tempo para desenvolver essa atividade ficou cada vez mais curto.
Sendo assim o tema desencadeador do projeto ficou sendo as regiões brasileiras. Determinada essa etapa, dividi a turma em grupos, onde deveriam conversar alguns minutos e montar suas questões de investigação para depois lançar no grande grupo e escolher por votação a questão principal para investigação.
Foi ai que a proposta se desestruturou, o aluno mencionado no início do texto, não conseguiu interagir com seu grupo, ele não desenvolve a capacidade de interação, tudo tem que ser como ele quer, enquanto o grupo socializava ele teve um surto, o que é normal quase que diariamente, e agrediu fisicamente com um soco um dos colegas que estava tentando lhe explicar a metodologia. Com isso a aula acabou pois tive que atender o aluno, tomar providências sobre o acontecimento.
Bom frente ao exposto, em outra oportunidade, tive que interferir um pouco na atividade, não posso simplesmente descartar esse aluno, mas ainda estou me adaptando e buscando meios para conseguir mudar essa situação. Então continuamos nos grupos da outra aula, porém agora podiam lançar várias perguntas e não uma por grupo, com isso contemplaria a opinião do aluno, os auxiliei e formamos várias questões que os grupos deveriam escolher entre elas uma para investigar. Anterior a decisão da questão investigadora, cada grupo escolheu uma determinada região para trabalhar, gerando nessa etapa mais conflitos ainda, por causa do mesmo aluno, mas no final deu tudo certo. Decidiram ter por questão investigadora: Como é a região...Neste ponto de partida em grande grupo levantamos os pontos que já sabíamos a respeito, sendo nossa certezas provisórias como alguns estados que compõem as regiões, os nomes dessas regiões e alguns aspectos culturais como comida, vestimentas, festas das regiões. e elencamos também as dúvidas, o que ainda gostariam de saber e aprender sobre o assunto, sendo as nossas dúvidas temporárias como a população de cada região, a hidrografia, o relevo, atividades comerciais predominante, influências culturais específicas.
Prosseguindo, expliquei que cada grupo teria que investigar tudo aquilo que eles tivessem interesse ao ponto de responderem a questão que escolheram como investigação, também expressei que não iria interferir na pesquisa, cada grupo ia desenvolvendo o trabalho conforme a curiosidade de cada componente em satisfazer a curiosidade.
Eles ficaram bem motivados, mesmo após alguns contratempos, sei que irão desenvolver um bom trabalho, pois como disse no geral a turma gosta de desafios e novas aprendizagens.
Sei que a proposta do projeto de aprendizagem não foi bem essa, mas para o período em que se encontra a turma no ano letivo, ficou difícil desenvolver a atividade de outra forma. Acredito que o objetivo principal será desenvolvido mas não com a mesma metodologia de um projeto de aprendizagem.
O importante, foi que pude levar para a sala de aula uma metodologia transgressora, estou tentando aos poucos, conforme o possível, mudar a forma como a educação acontece, desafio a todos nós educadores a tomar essa iniciativa, mesmo que os desafios encontrados no percurso tentem impulsionar o contrário, mas acredito que mesmo assim vale a pena. Eu não desisti, não desista você também. Insista. 

OBS: Gostaria de ter postado uma imagem com o esquema que montamos no quadro com as questões e duvidas, mas durante a aula o aluno apagou parte da atividade, logo saímos da sala e eu esqueci em meio as confusões de fazer o registro.

Observações gerais.

Postagem I

Observações gerais.

Realizando uma das leituras propostas para a primeira meta deste trabalho, realizar um projeto de aprendizagem, pude refletir a cerca das palavras autor Zabala no texto A prática educativa como ensinar, que por vezes já me apresentava desenvolvendo um pouco daquilo que ele menciona referente a maneira como podemos mesclar os conteúdos, ou seja, organizá-los de forma que possam ser desenvolvidos juntos, tornando a aprendizagem mais significativa, porém, a medida que vamos lendo, buscando mais informações, percebemos, no caso eu tive essa percepção que algumas metodologias minhas já se encaminham para uma forma de aprendizagem diferenciada, fora do rotineiro, do tradicional.
Tendo em vista o que relatei, recordo aqui a minha angustia ao ser apresentada no semestre anterior ao tão famoso projeto de aprendizagem, de início foi muito assustador devido o fato de não estar habituada a tal metodologia, mas neste semestre, com o auxilio da professora Aline, responsável pela interdisciplina Projeto Pedagógico em Ação, pude esclarecer melhor o que realmente é esse projeto, nada de tão assustador assim, apenas não sabia dar nomes aos bois como se diz, já desenvolvia algumas atividades semelhantes com meus alunos, porém não com o mesmo suporte teórico, mas o processo metodológico era parecido. Ai eu pensei, será que desenvolvo projetos de atividade e não sei? Fui então buscar subsídios que me levassem a entender que metodologia estava utilizando. Conversando com algumas colegas do curso, percebi que projeto de aprendizagem tem como ponto de partida a curiosidade do aluno, onde o mesmo irá desenvolver uma busca a sua maneira, desenvolver a sua pesquisa a ponto de chegar a uma aprendizagem significativa, já no projeto de ensino, o que esta em questão não é uma curiosidade e sim algo determinado pelo professor, bem como a metodologia também é direcionada. Quanto aos projetos de trabalho ou ação como alguns mencionam, o professor direciona o tema, mas os alunos se empenham em resolver a questão, irão desenvolver a sua pesquisa da maneira que lhes for agradável, neste contexto o professor é um mediador para auxiliar como um suporte, sem imposições.
Tendo essa visão sobre cada tipo de projeto, percebi que estava acostumada então a desenvolver projetos de trabalho.
A partir do momento que refleti sobre a leitura recém realizada, vi que mesmo desenvolvendo um projeto de trabalho é possível que os alunos desenvolvam um projeto de aprendizagem. Organizando os conteúdos, tentando globalizá-los vi que isso é possível. 
Sabemos que dentro das escolas temos conteúdos a seguir e que o tempo muitas vezes não contribui para desenvolver metodologias diferenciadas, então para conseguir atender ao proposto na interdisciplina e desenvolver um projeto de aprendizagem em minha turma, resolvi lançar a temática e dentro dela os alunos irão levantar a questão de investigação para trabalhar. Ainda não conclui esta atividade com eles, pois os períodos com eles estão cada vez mais corridos devido aos feriados frequentes neste trimestre, mas na próxima postagem acredito que já trarei algumas reflexões a cerca do desenvolvimento da atividade.




Referência file:///D:/Usuario/Documents/Downloads/72491700-5-Metodos-globalizados%20(3).pdf

Você sabia? Dia desses durante uma aula no laboratório de informática a aluna Isa encontrou uma curiosidade e trouxe para a sala, para ...